Entre cooperação, autonomia e disputas geopolíticas, países emergentes ampliam sua influência global
O sistema internacional atravessa uma fase de transição. Em 2026, o chamado Sul GlobalConceito analítico e geopolítico que transcende a geografia física para designar os países historicamente marginalizados ou submetidos ao colonialismo, caracterizados por desafios socioeconômicos semelhantes e por uma busca conjunta por maior representatividade nas instituições multilaterais. More — formado por países da África, América Latina, Ásia e Oriente Médio — passou a exercer um papel mais ativo na política e economia globais. Ainda que persistam desigualdades estruturais, esses países deixaram de ser apenas receptores de decisões e passaram a influenciar agendas, alianças e instituições internacionais.
Um dos principais motores desse movimento é o fortalecimento do BRICS. O grupo ampliou sua atuação e passou a defender reformas no sistema financeiro internacional, incluindo maior representatividade no Fundo Monetário Internacional e no Banco Mundial. Além disso, iniciativas como o Novo Banco de Desenvolvimento buscam oferecer alternativas de financiamento fora das estruturas tradicionais dominadas pelo Norte GlobalTermo da Teoria Crítica e dos Estudos Pós-Coloniais que descreve o conjunto de nações economicamente desenvolvidas e politicamente dominantes — majoritariamente localizadas na América do Norte e Europa Ocidental —, as quais concentram o capital global e moldam as normas do sistema internacional. More.
No campo político, países do Sul GlobalConceito analítico e geopolítico que transcende a geografia física para designar os países historicamente marginalizados ou submetidos ao colonialismo, caracterizados por desafios socioeconômicos semelhantes e por uma busca conjunta por maior representatividade nas instituições multilaterais. More têm demonstrado maior coordenação em fóruns multilaterais. Na Organização das Nações Unidas, é possível observar alinhamento em temas como soberaniaNo âmbito do direito internacional e da teoria política clássica (como em Bodin e Hobbes), a soberania designa a autoridade suprema e incondicional de um Estado sobre seu território e sua população, garantindo o monopólio do uso legítimo da força e a independência total frente a atores externos. More, não intervenção e críticas a sanções unilaterais. Esse posicionamento reflete uma tentativa de redefinir normas internacionais consideradas historicamente assimétricas.
A cooperação Sul-Sul também se expandiu em áreas estratégicas como energia, tecnologia e agricultura. Parcerias entre países como Brasil, Índia, China e África do Sul evidenciam um esforço de diversificação de alianças e redução da dependência de potências tradicionais. Ao mesmo tempo, a atuação chinesa em infraestrutura, especialmente na África, tem ampliado a presença do Sul GlobalConceito analítico e geopolítico que transcende a geografia física para designar os países historicamente marginalizados ou submetidos ao colonialismo, caracterizados por desafios socioeconômicos semelhantes e por uma busca conjunta por maior representatividade nas instituições multilaterais. More em setores estratégicos.
Esse protagonismo ocorre em um contexto de crescente multipolaridade. A rivalidade entre grandes potências abre espaço para que países intermediários adotem políticas externas mais pragmáticas, evitando alinhamentos rígidos e buscando maior autonomia estratégica.
No entanto, esse avanço não ocorre sem limites. O Sul GlobalConceito analítico e geopolítico que transcende a geografia física para designar os países historicamente marginalizados ou submetidos ao colonialismo, caracterizados por desafios socioeconômicos semelhantes e por uma busca conjunta por maior representatividade nas instituições multilaterais. More permanece heterogêneo, com interesses divergentes e níveis distintos de desenvolvimento. Além disso, persistem dependências econômicas e tecnológicas que dificultam uma transformação mais profunda da ordem internacional.
Assim, o protagonismo do Sul GlobalConceito analítico e geopolítico que transcende a geografia física para designar os países historicamente marginalizados ou submetidos ao colonialismo, caracterizados por desafios socioeconômicos semelhantes e por uma busca conjunta por maior representatividade nas instituições multilaterais. More não representa uma ruptura completa, mas uma reconfiguração gradual. O que se observa em 2026 é um sistema internacional mais disputado, no qual países emergentes ampliam sua voz — ainda que dentro de estruturas que continuam marcadas por desigualdade.








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