Dia da Unidade Alemã — Um país reunificado, duas experiências que ainda não desapareceram
Em 3 de outubro de 1990, a República Democrática Alemã (RDA) aderiu à...
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Entre erosão estrutural e reconfiguração do poder global A ideia de...
Entre mercados, guerra e recursos naturais, o poder global se reinventa — mas não...
Poder, legalidade e unilateralismo As ações recentes associadas a Donald Trump...
A natureza da guerra mudou — não apenas no campo de batalha físico, mas no...
Documento de Masoud Pezeshkian expõe disputas jurídicas, informacionais e...
A pergunta sobre uma nova guerra mundial voltou ao centro do debate internacional em 2026 —...
Soft power e hard power: como os Estados exercem influência hoje Entre coerção...
Relações Sul-Sul: alternativas ao modelo dominante no sistema internacional Nas...
O memorando de entendimento entre Estados Unidos e Irã, datado de 17 de junho de 2026,...
Em 3 de junho de 2026, a Alemanha sofreu uma derrota diplomática que poucos em Berlim...
Friedrich Merz chegou à Chancelaria prometendo liderança, competitividade e uma...
Em agosto de 2026, a Alternative für Deutschland (AfD, Alternativa para a Alemanha) já...
Deus, voto e poder: o que acontece quando religião e política deixam de ter...
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Eleição 2026: que lugar no mundo cada candidato à Presidência...
A intensificação das sanções norte-americanas contra o Irã, o...
Antikriegstag: entre o ‘Nunca Mais’, a Staatsräson e o rearmamento da Alemanha Em...
O 7 de setembro costuma ser resumido na imagem de Dom Pedro às margens do Ipiranga, mas a...
De 5 a 11 de setembro: eleições na Alemanha, CIJ, Israel e Palestina, Ucrânia, BRICS, migração e prevenção de desastres, com fontes e análise.
Do Barão do Rio Branco ao protagonismo no BRICS, a diplomacia brasileira construiu uma tradição de pragmatismo e multilateralismo que hoje enfrenta o teste de navegar entre potências cada vez mais polarizadas.
Dados do SIPRI mostram que as exportações de armas cresceram 9,2% entre 2016-2020 e 2021-2025, com a Europa triplicando importações por causa da guerra na Ucrânia. Os números revelam, melhor do que discursos diplomáticos, onde estão as tensões geopolíticas reais.
Fundada em 1945 sobre as cinzas da fracassada Liga das Nações, a ONU acumulou conquistas concretas em direitos humanos e saúde global, mas segue refém do poder de veto de cinco potências e de uma estrutura de governança congelada no equilíbrio de poder do pós-guerra.
Cinco pessoas são julgadas em Stuttgart-Stammheim por invadir e danificar a fábrica alemã da Elbit Systems, em Ulm. Enquanto a acusação sustenta que o caso é de organização criminosa, a defesa dos “Ulm5” argumenta desobediência civil contra o fornecimento de armas para a guerra em Gaza — e um precedente britânico recente mostra que tribunais europeus ainda não chegaram a um consenso sobre qual dessas leituras deve prevalecer.
A tomada de Mocha e o avanço dos houthis pela costa do Iêmen aproximam o grupo do estreito de Bab el-Mandeb, corredor vital entre o Mar Vermelho e o Oceano Índico. O risco combina comércio, petróleo e uma nova escalada humanitária.

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