{"id":86,"date":"2026-04-06T11:26:54","date_gmt":"2026-04-06T14:26:54","guid":{"rendered":"https:\/\/tatianamendonca.com\/?p=86"},"modified":"2026-09-16T22:14:51","modified_gmt":"2026-09-17T01:14:51","slug":"soft-power-e-hard-power-como-os-estados-exercem-influencia-hoje","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tatianamendonca.com\/uncategorized\/soft-power-e-hard-power-como-os-estados-exercem-influencia-hoje\/","title":{"rendered":"Soft power e hard power: como os Estados exercem influ\u00eancia hoje"},"content":{"rendered":"<?xml encoding=\"utf-8\" ?><div class=\"flex flex-col text-sm pb-25\">\n<section class=\"text-token-text-primary w-full focus:outline-none [--shadow-height:45px] has-data-writing-block:pointer-events-none has-data-writing-block:-mt-(--shadow-height) has-data-writing-block:pt-(--shadow-height) [&amp;:has([data-writing-block])&gt;*]:pointer-events-auto scroll-mt-[calc(var(--header-height)+min(200px,max(70px,20svh)))]\" dir=\"auto\" data-turn-id=\"request-69d0f3cb-2608-8395-be21-df8bea93e2d8-1\" data-testid=\"conversation-turn-42\" data-scroll-anchor=\"true\" data-turn=\"assistant\">\n<div class=\"text-base my-auto mx-auto pb-10 [--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-xs,calc(var(--spacing)*4))] @w-sm\/main:[--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-sm,calc(var(--spacing)*6))] @w-lg\/main:[--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-lg,calc(var(--spacing)*16))] px-(--thread-content-margin)\">\n<div class=\"[--thread-content-max-width:40rem] @w-lg\/main:[--thread-content-max-width:48rem] mx-auto max-w-(--thread-content-max-width) flex-1 group\/turn-messages focus-visible:outline-hidden relative flex w-full min-w-0 flex-col agent-turn\">\n<div class=\"flex max-w-full flex-col gap-4 grow\">\n<div class=\"min-h-8 text-message relative flex w-full flex-col items-end gap-2 text-start break-words whitespace-normal outline-none keyboard-focused:focus-ring [.text-message+&amp;]:mt-1\" dir=\"auto\" tabindex=\"0\" data-message-author-role=\"assistant\" data-message-id=\"63b40892-6205-4cc1-8152-ab267e6a0cca\" data-message-model-slug=\"gpt-5-3\" data-turn-start-message=\"true\">\n<div class=\"flex w-full flex-col gap-1 empty:hidden\">\n<div class=\"markdown prose dark:prose-invert w-full wrap-break-word light markdown-new-styling\">\n<h1 data-section-id=\"1xa76wv\" data-start=\"0\" data-end=\"72\"><span role=\"text\"><strong data-start=\"2\" data-end=\"70\">Soft power e hard power: como os Estados exercem influ&ecirc;ncia hoje<\/strong><\/span><\/h1>\n<h3 data-section-id=\"vnezmp\" data-start=\"73\" data-end=\"172\"><span role=\"text\"><em data-start=\"77\" data-end=\"172\">Entre coer&ccedil;&atilde;o e atra&ccedil;&atilde;o, a diplomacia contempor&acirc;nea se reinventa em um mundo mais competitivo<\/em><\/span><\/h3>\n<p data-start=\"174\" data-end=\"639\">O poder no sistema internacional nunca foi unidimensional, mas em 2026 essa constata&ccedil;&atilde;o tornou-se ainda mais evidente. Em um cen&aacute;rio marcado por rivalidade entre grandes pot&ecirc;ncias, guerras regionais e disputas tecnol&oacute;gicas, os Estados combinam instrumentos tradicionais de coer&ccedil;&atilde;o com estrat&eacute;gias mais sutis de influ&ecirc;ncia. O resultado &eacute; uma diplomacia h&iacute;brida, na qual <strong data-start=\"543\" data-end=\"557\">hard power<\/strong> e <strong data-start=\"560\" data-end=\"574\">soft power<\/strong> operam simultaneamente, muitas vezes no mesmo teatro de atua&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<blockquote>\n<p data-start=\"641\" data-end=\"999\">O conceito de soft power foi popularizado pelo cientista pol&iacute;tico <span class=\"hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline\"><span class=\"whitespace-normal\">Joseph Nye<\/span><\/span>, que o definiu como a capacidade de influenciar outros atores por meio de atra&ccedil;&atilde;o &mdash; cultura, valores e legitimidade &mdash; em contraste com o hard power, baseado em for&ccedil;a militar e coer&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica. Hoje, por&eacute;m, essa distin&ccedil;&atilde;o cl&aacute;ssica tornou-se mais fluida.<\/p>\n<\/blockquote>\n<h2 data-section-id=\"k2c1bn\" data-start=\"1006\" data-end=\"1048\"><span role=\"text\"><strong data-start=\"1009\" data-end=\"1048\">Hard power: a persist&ecirc;ncia da for&ccedil;a<\/strong><\/span><\/h2>\n<p data-start=\"1050\" data-end=\"1181\">Apesar da crescente import&acirc;ncia da influ&ecirc;ncia simb&oacute;lica, o hard power continua sendo um elemento central da pol&iacute;tica internacional.<\/p>\n<p data-start=\"1183\" data-end=\"1533\">A guerra envolvendo Estados Unidos, Israel e Ir&atilde; em 2026 &eacute; um exemplo claro. Ataques diretos, mobiliza&ccedil;&atilde;o militar e amea&ccedil;as expl&iacute;citas mostram que a for&ccedil;a continua sendo instrumento decisivo. O fechamento do Estreito de Hormuz, por parte do Ir&atilde;, evidencia como o controle f&iacute;sico de territ&oacute;rios e rotas estrat&eacute;gicas pode gerar impacto global imediato.<\/p>\n<p data-start=\"1535\" data-end=\"1852\">Esse tipo de a&ccedil;&atilde;o n&atilde;o se limita ao campo militar. San&ccedil;&otilde;es econ&ocirc;micas, tarifas e restri&ccedil;&otilde;es tecnol&oacute;gicas tamb&eacute;m s&atilde;o formas de coer&ccedil;&atilde;o. Os Estados Unidos t&ecirc;m utilizado amplamente san&ccedil;&otilde;es como instrumento de pol&iacute;tica externa, enquanto a China responde com controle de cadeias produtivas e acesso a recursos estrat&eacute;gicos.<\/p>\n<p data-start=\"1854\" data-end=\"2053\">Segundo o <span class=\"hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline\"><span class=\"whitespace-normal\">World Economic Forum<\/span><\/span>, a &ldquo;confronta&ccedil;&atilde;o geoecon&ocirc;mica&rdquo; &eacute; hoje um dos principais riscos globais, indicando que a economia passou a funcionar como extens&atilde;o do poder estrat&eacute;gico.<\/p>\n<p data-start=\"2055\" data-end=\"2363\">Ao mesmo tempo, a R&uacute;ssia mant&eacute;m uma estrat&eacute;gia baseada em hard power cl&aacute;ssico na guerra da <span class=\"hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline\"><span class=\"whitespace-normal\">Ucr&acirc;nia<\/span><\/span>, com uso intensivo de for&ccedil;a militar convencional. Isso demonstra que, apesar das transforma&ccedil;&otilde;es tecnol&oacute;gicas, o poder militar continua sendo determinante em disputas territoriais.<\/p>\n<h2 data-section-id=\"gwflfa\" data-start=\"2370\" data-end=\"2415\"><span role=\"text\"><strong data-start=\"2373\" data-end=\"2415\">Soft power: a disputa por legitimidade<\/strong><\/span><\/h2>\n<p data-start=\"2417\" data-end=\"2548\">Se o hard power imp&otilde;e custos, o soft power molda percep&ccedil;&otilde;es. E em um mundo conectado, essa dimens&atilde;o tornou-se ainda mais relevante.<\/p>\n<p data-start=\"2550\" data-end=\"2884\">Estados utilizam cultura, m&iacute;dia, diplomacia p&uacute;blica e tecnologia para influenciar opini&otilde;es. A China, por exemplo, investe em projetos de infraestrutura, interc&acirc;mbio educacional e expans&atilde;o de sua presen&ccedil;a midi&aacute;tica global. O Brasil, por sua vez, tem buscado ampliar sua influ&ecirc;ncia por meio de diplomacia ambiental e coopera&ccedil;&atilde;o Sul-Sul.<\/p>\n<p data-start=\"2886\" data-end=\"3168\">A <span class=\"hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline\"><span class=\"whitespace-normal\">Uni&atilde;o Europeia<\/span><\/span> tradicionalmente opera como uma pot&ecirc;ncia de soft power, promovendo normas regulat&oacute;rias, direitos humanos e governan&ccedil;a multilateral. No entanto, sua capacidade de influ&ecirc;ncia tem sido testada diante de crises internas e limita&ccedil;&otilde;es estrat&eacute;gicas.<\/p>\n<p data-start=\"3170\" data-end=\"3424\">A guerra em Gaza e a escalada no Oriente M&eacute;dio tamb&eacute;m evidenciam a import&acirc;ncia do soft power. Israel e seus aliados buscam legitimar suas a&ccedil;&otilde;es no plano internacional, enquanto atores palestinos mobilizam apoio global por meio de narrativas humanit&aacute;rias.<\/p>\n<h2 data-section-id=\"tnz6f7\" data-start=\"3633\" data-end=\"3681\"><span role=\"text\"><strong data-start=\"3636\" data-end=\"3681\">Diplomacia digital e guerra de narrativas<\/strong><\/span><\/h2>\n<p data-start=\"3683\" data-end=\"3763\">Uma das principais transforma&ccedil;&otilde;es recentes &eacute; a centralidade do ambiente digital.<\/p>\n<p data-start=\"3765\" data-end=\"4019\">Plataformas como <span class=\"hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline\"><span class=\"whitespace-normal\">X<\/span><\/span>, TikTok e Instagram tornaram-se arenas de disputa geopol&iacute;tica. Estados utilizam essas ferramentas para comunicar diretamente com popula&ccedil;&otilde;es estrangeiras, contornando canais diplom&aacute;ticos tradicionais.<\/p>\n<p data-start=\"4021\" data-end=\"4294\">Em abril de 2026, o presidente iraniano <span class=\"hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline\"><span class=\"whitespace-normal\">Masoud Pezeshkian<\/span><\/span> publicou uma carta aberta ao povo americano no X, tentando influenciar a opini&atilde;o p&uacute;blica dos Estados Unidos em meio &agrave; escalada militar. Esse tipo de a&ccedil;&atilde;o exemplifica a chamada diplomacia digital.<\/p>\n<p data-start=\"4296\" data-end=\"4517\">Ao mesmo tempo, governos e atores privados utilizam campanhas coordenadas, influenciadores e at&eacute; intelig&ecirc;ncia artificial para moldar narrativas. A guerra informacional tornou-se parte estrutural da pol&iacute;tica internacional.<\/p>\n<h2 data-section-id=\"kzzavq\" data-start=\"4699\" data-end=\"4743\"><span role=\"text\"><strong data-start=\"4702\" data-end=\"4743\">Smart power: a combina&ccedil;&atilde;o estrat&eacute;gica<\/strong><\/span><\/h2>\n<p data-start=\"4745\" data-end=\"4932\">Diante desse cen&aacute;rio, muitos analistas argumentam que a dicotomia entre soft e hard power j&aacute; n&atilde;o &eacute; suficiente. Surge o conceito de <strong data-start=\"4876\" data-end=\"4891\">smart power<\/strong>, que combina ambos de forma estrat&eacute;gica.<\/p>\n<p data-start=\"4934\" data-end=\"4991\">Os Estados Unidos, por exemplo, utilizam simultaneamente:<\/p>\n<ul data-start=\"4993\" data-end=\"5090\">\n<li data-section-id=\"1wdi1ek\" data-start=\"4993\" data-end=\"5020\">presen&ccedil;a militar global<\/li>\n<li data-section-id=\"1048zh2\" data-start=\"5021\" data-end=\"5043\">san&ccedil;&otilde;es econ&ocirc;micas<\/li>\n<li data-section-id=\"k8fipq\" data-start=\"5044\" data-end=\"5066\">diplomacia p&uacute;blica<\/li>\n<li data-section-id=\"c3e4qj\" data-start=\"5067\" data-end=\"5090\">influ&ecirc;ncia cultural<\/li>\n<\/ul>\n<p data-start=\"5092\" data-end=\"5269\">Essa combina&ccedil;&atilde;o permite atuar em diferentes n&iacute;veis, mas tamb&eacute;m gera contradi&ccedil;&otilde;es. O uso excessivo de coer&ccedil;&atilde;o pode enfraquecer a legitimidade, reduzindo a efic&aacute;cia do soft power.<\/p>\n<p data-start=\"5271\" data-end=\"5476\">O mesmo ocorre com outras pot&ecirc;ncias. A China amplia sua influ&ecirc;ncia econ&ocirc;mica global, mas enfrenta cr&iacute;ticas relacionadas a direitos humanos, o que limita sua capacidade de atra&ccedil;&atilde;o em determinados contextos.<\/p>\n<h2 data-section-id=\"e6c7w6\" data-start=\"5483\" data-end=\"5529\"><span role=\"text\"><strong data-start=\"5486\" data-end=\"5529\">Sul Global e novas formas de influ&ecirc;ncia<\/strong><\/span><\/h2>\n<p data-start=\"5531\" data-end=\"5593\">O crescimento do Sul Global tamb&eacute;m altera a din&acirc;mica do poder.<\/p>\n<p data-start=\"5595\" data-end=\"5781\">Pa&iacute;ses do <span class=\"hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline\"><span class=\"whitespace-normal\">BRICS<\/span><\/span> buscam ampliar sua influ&ecirc;ncia por meio de coopera&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica, financiamento alternativo e articula&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica em f&oacute;runs internacionais.<\/p>\n<p data-start=\"5783\" data-end=\"5947\">Essa estrat&eacute;gia combina elementos de soft e hard power. Projetos de infraestrutura, por exemplo, t&ecirc;m impacto econ&ocirc;mico direto, mas tamb&eacute;m geram influ&ecirc;ncia pol&iacute;tica.<\/p>\n<p data-start=\"5949\" data-end=\"6090\">Al&eacute;m disso, o alinhamento frequente de pa&iacute;ses do Sul em vota&ccedil;&otilde;es na ONU demonstra capacidade crescente de coordena&ccedil;&atilde;o e influ&ecirc;ncia normativa.<\/p>\n<h2 data-section-id=\"mdwnrj\" data-start=\"6097\" data-end=\"6126\"><span role=\"text\"><strong data-start=\"6100\" data-end=\"6126\">Limites e contradi&ccedil;&otilde;es<\/strong><\/span><\/h2>\n<p data-start=\"6128\" data-end=\"6239\">Apesar da diversifica&ccedil;&atilde;o de instrumentos, o exerc&iacute;cio do poder internacional continua marcado por contradi&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p data-start=\"6241\" data-end=\"6438\">O uso de hard power pode gerar resist&ecirc;ncia e instabilidade, enquanto o soft power depende de credibilidade e consist&ecirc;ncia. Quando h&aacute; discrep&acirc;ncia entre discurso e pr&aacute;tica, a legitimidade &eacute; afetada.<\/p>\n<p data-start=\"6440\" data-end=\"6674\">A pol&iacute;tica externa americana sob <span class=\"hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline\"><span class=\"whitespace-normal\">Donald Trump<\/span><\/span> ilustra esse dilema. A combina&ccedil;&atilde;o de press&atilde;o militar e ret&oacute;rica confrontacional com tentativas de influ&ecirc;ncia pol&iacute;tica cria uma tens&atilde;o entre coer&ccedil;&atilde;o e legitimidade.<\/p>\n<p data-start=\"6676\" data-end=\"6815\">Ao mesmo tempo, outras pot&ecirc;ncias tamb&eacute;m enfrentam desafios semelhantes. A competi&ccedil;&atilde;o global n&atilde;o elimina assimetrias, apenas as redistribui.<\/p>\n<h2 data-section-id=\"a4i73u\" data-start=\"6822\" data-end=\"6862\"><span role=\"text\"><strong data-start=\"6825\" data-end=\"6862\">Conclus&atilde;o: poder em transforma&ccedil;&atilde;o<\/strong><\/span><\/h2>\n<p data-start=\"6864\" data-end=\"6993\">O cen&aacute;rio internacional contempor&acirc;neo mostra que o poder n&atilde;o pode mais ser compreendido apenas em termos militares ou econ&ocirc;micos.<\/p>\n<p data-start=\"6995\" data-end=\"7179\">Soft power e hard power continuam sendo categorias &uacute;teis, mas sua aplica&ccedil;&atilde;o tornou-se mais complexa. Estados operam em m&uacute;ltiplas dimens&otilde;es, combinando coer&ccedil;&atilde;o, influ&ecirc;ncia e tecnologia.<\/p>\n<p data-start=\"7181\" data-end=\"7301\">Em um mundo mais multipolar e interconectado, a capacidade de influenciar depende tanto da for&ccedil;a quanto da legitimidade.<\/p>\n<p data-start=\"7303\" data-end=\"7397\">A quest&atilde;o central, portanto, n&atilde;o &eacute; qual tipo de poder prevalece, mas como eles s&atilde;o combinados.<\/p>\n<p data-start=\"7399\" data-end=\"7590\" data-is-last-node=\"\" data-is-only-node=\"\">E, cada vez mais, o sucesso na pol&iacute;tica internacional parece depender menos de escolher entre for&ccedil;a e atra&ccedil;&atilde;o &mdash; e mais de saber equilibr&aacute;-las em um ambiente global em constante transforma&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"z-0 flex min-h-[46px] justify-start\"><\/div>\n<div class=\"mt-3 w-full empty:hidden\">\n<div class=\"text-center\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Soft power e hard power: como os Estados exercem influ&ecirc;ncia hoje Entre coer&ccedil;&atilde;o e atra&ccedil;&atilde;o, a diplomacia contempor&acirc;nea se reinventa em um mundo mais competitivo O poder no sistema internacional nunca foi unidimensional, mas em 2026 essa constata&ccedil;&atilde;o tornou-se ainda mais evidente. 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