Em 8 de novembro de 2026, milhões de hindus, jainistas, sikhs e integrantes de outras comunidades sul-asiáticas celebram Diwali ou festividades associadas ao mesmo período religioso. Muito além do Sul da Ásia, luzes, diyas, rangolis, templos, apresentações culturais e festas comunitárias já fazem parte do calendário de cidades europeias. Essa visibilidade não é apenas religiosa: ela conta a história de antigas relações coloniais, migração pós-colonial e, mais recentemente, da chegada de estudantes e profissionais qualificados. O Diwali europeu mostra uma mudança demográfica e política: comunidades que por décadas foram descritas apenas como “migrantes” passaram a reivindicar algo diferente — o direito de serem reconhecidas simplesmente como parte da sociedade.
Por que 8 de novembro de 2026?
Diferentemente de datas fixas do calendário gregoriano, Diwali segue calendários lunares e lunissolares utilizados em tradições do Sul da Ásia, razão pela qual sua data muda a cada ano. Em 2026, o principal dia das celebrações cai em domingo, 8 de novembro. O próprio calendário oficial do governo indiano registra Diwali/Deepavali entre os feriados de novembro, enquanto autoridades britânicas já programaram eventos para o dia 8. Na sede das Nações Unidas, a data será observada administrativamente em 9 de novembro, segunda-feira.
A palavra Deepavali, da qual deriva Diwali, pode ser traduzida aproximadamente como “fileira de luzes”. A iluminação de casas, templos e espaços públicos tornou-se o elemento visual mais reconhecível da celebração, mas é um erro tratar Diwali como uma festividade com significado único e universal.
Uma festa, muitas religiões e muitas histórias
No hinduísmo, Diwali pode estar associado a narrativas diferentes segundo a região e a tradição. No norte da Índia, é frequentemente relacionado ao retorno de Rama a Ayodhya após o exílio e a derrota de Ravana. Em outras regiões, ganha maior centralidade a deusa Lakshmi, ligada à prosperidade, ou Krishna e outras tradições locais.
Para os jainistas, o período está associado ao nirvana de Mahavira, o 24º Tirthankara. Para muitos sikhs, o mesmo período coincide com o Bandi Chhor Divas, que recorda a libertação do sexto guru, Guru Hargobind, do Forte de Gwalior. Alguns grupos budistas, sobretudo entre os Newar do Nepal, também participam de celebrações relacionadas ao período.
Essa diversidade é importante porque a Europa muitas vezes recebe tradições religiosas complexas e as reorganiza numa versão simplificada: “a festa hindu das luzes”. A descrição não é inteiramente errada, mas é incompleta.
O pesquisador indiano Suraj Yengde, estudioso de casta e sociedade, lembra que existem narrativas distintas até dentro do hinduísmo e que não há uma única interpretação religiosa legítima do festival:
“There are other versions to Diwali, besides the Brahmanical understanding of it.”
— “Existem outras versões de Diwali além da interpretação bramânica.”
Sua observação chama atenção para algo maior: tradições religiosas não são blocos homogêneos. Elas contêm diferenças regionais, sociais e até disputas internas sobre memória e significado.
Reino Unido: quando uma festa da diáspora entra no calendário da cidade
Nenhum país europeu tornou Diwali tão visível no espaço público quanto o Reino Unido.
Isso tem raízes demográficas e históricas profundas. No Censo de 2021, 920 mil residentes da Inglaterra e do País de Gales haviam nascido na Índia, tornando-a o país estrangeiro de nascimento mais comum entre os residentes. Além disso, 5,5 milhões de pessoas se identificaram em alguma categoria “Asian, Asian British or Asian Welsh”, correspondendo a 9,3% da população da Inglaterra e do País de Gales.
O caso de Leicester é particularmente simbólico. A cidade possui uma das maiores proporções de residentes de origem indiana do país; 16,2% de seus moradores haviam nascido na Índia segundo o Censo de 2021. Documentos municipais descrevem a celebração local de Diwali como uma das maiores — e historicamente como a maior — fora da Índia.
Em 2026, a prefeitura já confirmou novamente a celebração oficial no Cossington Recreation Ground em 8 de novembro. Em edições anteriores, milhares de luzes ocuparam a chamada Golden Mile, acompanhadas de dança, música, rangoli, gastronomia e fogos.
A transformação é significativa. O que começou essencialmente como celebração comunitária de uma diáspora tornou-se evento financiado, organizado ou reconhecido por instituições municipais.
Em 2024, a vice-prefeita responsável por cultura em Leicester, Vi Dempster, deixou claro esse caráter aberto da festa:
“We are extending a warm welcome to everyone who wants to join us.”
— “Estamos estendendo uma calorosa recepção a todos que quiserem se juntar a nós.”
Ou seja: o Diwali permanece uma celebração de comunidades específicas, mas também se tornou parte do modo como a própria cidade se apresenta.
Londres e a passagem da tolerância para o pertencimento
Em Londres, o Diwali on the Square, realizado em Trafalgar Square, coloca uma celebração sul-asiática literalmente no centro simbólico da capital britânica.
A edição de 2025 reuniu apresentações e atividades de comunidades hindus, sikhs e jainistas e foi organizada como evento gratuito da prefeitura.
Ao anunciar a celebração, o prefeito de Londres, Sadiq Khan, afirmou:
“Diwali On The Square is a wonderful opportunity for Londoners and visitors to come together […] in unity in our diversity.”
— “Diwali on the Square é uma oportunidade maravilhosa para londrinos e visitantes se reunirem […] em unidade dentro da nossa diversidade.”
O ponto mais interessante não é a fórmula política em si, mas a transformação institucional que ela representa.
Há algumas décadas, a questão pública era frequentemente formulada como: “como integrar os imigrantes?”
Hoje, quando uma prefeitura organiza Diwali, Eid, Vaisakhi, Hanukkah ou o Ano-Novo Lunar na principal praça da cidade, a pergunta muda. Essas celebrações deixam de ser vistas apenas como práticas privadas de estrangeiros e entram no repertório cultural público da metrópole.
Isso não significa que Londres se tornou religiosamente neutra no sentido de apagar diferenças. Significa que sua identidade pública passou a admitir uma pluralidade maior de referências.
Alemanha: de comunidade pequena a uma das migrações que mais crescem
Na Alemanha, essa transformação é mais recente.
Em 2018, havia cerca de 124 mil cidadãos indianos registrados no país. No final de 2025, eram 311.130 — mais do que o dobro em apenas sete anos. A imensa maioria, cerca de 297 mil, havia nascido fora da Alemanha.
Esse crescimento possui um perfil distinto de migrações pós-coloniais mais antigas observadas no Reino Unido, França ou Países Baixos. A Alemanha nunca colonizou a Índia de forma comparável ao Império Britânico. A atual presença indiana está fortemente ligada a universidades, tecnologia, ciência, engenharia e migração qualificada.
Em 2024, Alemanha e Índia registraram em declaração conjunta que cidadãos indianos já representavam mais de um quarto dos titulares do EU Blue Card na Alemanha, enquanto estudantes indianos constituíam o maior grupo nacional entre estudantes internacionais.
A tendência continuou acelerando. Dados divulgados pelo DAAD apontavam quase 59 mil estudantes indianos no período acadêmico analisado em 2025, com crescimento de 20% em um ano. A representação do DAAD na Índia já registra posteriormente cerca de 69.800 estudantes indianos matriculados em universidades alemãs, mantendo o país como principal origem internacional.
Esse perfil ajuda a explicar por que Diwali aparece progressivamente em campi universitários, empresas internacionais, centros culturais e associações locais.
Em Berlim, o portal oficial da cidade já inclui um Diwali Festival em seu calendário cultural. Em Munique, documentos municipais registram que o festival indiano de Diwali no Kulturhaus Milbertshofen completou 15 anos em 2025.
Uma tradição percebida há pouco tempo como “estrangeira” já possui, portanto, continuidade institucional dentro de cidades alemãs.
Mas presença econômica não garante pertencimento social
O crescimento da comunidade indiana também expõe uma contradição europeia.
Países como Alemanha procuram ativamente engenheiros, profissionais de TI, médicos, pesquisadores e estudantes estrangeiros. A imigração qualificada é apresentada como necessária para enfrentar escassez de trabalhadores e envelhecimento demográfico.
Mas convidar mão de obra não significa automaticamente reconhecer cultura, religião ou pertencimento.
Uma sociedade pode querer um engenheiro indiano numa empresa de tecnologia e, ao mesmo tempo, continuar tratando sua presença social como provisória ou estrangeira. É nesse ponto que festivais públicos possuem uma dimensão que vai além da gastronomia e da decoração.
A mensagem é: essa pessoa não está aqui apenas para trabalhar. Ela também possui uma vida cultural, familiar, religiosa e política.
França: Pondicherry, Sri Lanka e uma história que não começou ontem
A França oferece outra trajetória.
Parte da presença indiana está ligada aos antigos estabelecimentos coloniais franceses na Índia, especialmente Pondicherry/Puducherry, enquanto outras comunidades chegaram posteriormente do Sri Lanka, Maurício e de diferentes regiões do Sul da Ásia.
Uma reportagem oficial da Prefeitura de Paris sobre a franco-indiana Laëtitia Baron, cuja família tem origem em Pondicherry, é reveladora. Ao participar de uma celebração de Diwali no Hôtel de Ville de Paris, ela resumiu sua própria identidade:
“Je suis une Parisienne d’origine indienne.”
— “Sou uma parisiense de origem indiana.”
A frase diz muito mais sobre integração do que a ideia de “assimilação”.
Ela não precisa escolher entre ser parisiense e ter origem indiana. As duas coisas coexistem.
A própria Paris possui hoje uma geografia sul-asiática reconhecível, especialmente em partes do 10º e 18º arrondissements, onde templos, lojas, restaurantes e associações ligadas à Índia e ao Sri Lanka fazem parte do tecido urbano. O portal oficial da cidade chegou a oferecer em 2026 visitas culturais específicas aos templos hindus da região de La Chapelle.
Países Baixos: quando a diáspora passa pela história colonial
Nos Países Baixos, a história é ainda diferente.
Grande parte da presença hindu não chegou diretamente da Índia. Ela passa pelo Suriname, antiga colônia neerlandesa.
Após a abolição da escravidão, trabalhadores contratados foram levados da Índia britânica ao Suriname. Seus descendentes passaram a constituir a comunidade conhecida como Hindustani Surinamese. Durante o século XX — especialmente nos anos que antecederam e sucederam a independência do Suriname, em 1975 — dezenas de milhares migraram para os Países Baixos.
A pesquisa econômica e histórica publicada pelo Statistics Netherlands em 2026 mostra essa conexão claramente. A partir dos anos 1960, descendentes hindustanis participaram cada vez mais da migração do Suriname para os Países Baixos. Às vésperas da independência, aproximadamente 60 mil surinameses chegaram em 1974-1975, seguidos por outra grande onda no final da década.
Isso significa que a presença hindu neerlandesa não pode ser narrada simplesmente como consequência recente da “globalização”.
Ela também é consequência de império, trabalho contratado, descolonização e circulação entre colônia e metrópole.
A mesma Europa que hoje celebra a diversidade foi, em muitos casos, uma das instituições históricas que produziram essas diásporas.
A migração europeia não possui uma única história
Esses quatro exemplos ajudam a corrigir outra simplificação.
“Diáspora indiana na Europa” não descreve uma única experiência.
No Reino Unido, ela está profundamente ligada ao Império Britânico e às migrações pós-coloniais — inclusive a comunidades indianas que chegaram à Grã-Bretanha depois de viver por gerações na África Oriental.
Na França, existem conexões com Pondicherry e outras antigas possessões, além de fluxos posteriores do Sri Lanka e Maurício.
Nos Países Baixos, parte fundamental da presença hindu chegou por meio do Suriname.
Na Alemanha, o crescimento mais intenso é muito mais recente e está fortemente associado ao ensino superior e ao mercado de trabalho qualificado.
Portanto, falar em “integração” sem falar de história colonial pode criar a impressão de que comunidades apareceram inesperadamente na Europa e agora precisam explicar por que estão aqui.
Em muitos casos, a relação entre Europa e Sul da Ásia tem séculos.
Reconhecimento sem transformar pessoas em folclore
Há, contudo, uma diferença entre reconhecer uma cultura e reduzi-la a um festival.
Uma prefeitura pode instalar luzes para Diwali, promover dança e distribuir doces enquanto pessoas sul-asiáticas continuam encontrando discriminação no emprego, estereótipos religiosos ou baixa representação política.
A própria UNESCO destaca que diversidade cultural não significa apenas preservar expressões culturais; ela está relacionada à dignidade, participação e igualdade entre grupos.
Também existe um risco mais sutil de folclorização: aceitar minorias quando oferecem gastronomia, dança, cores e festivais, mas tratá-las como inconvenientes quando exigem representação política, igualdade religiosa ou mudanças institucionais.
Inclusão não pode significar:
“Gostamos da sua comida e das suas luzes, mas não queremos discutir sua experiência de discriminação.”
O reconhecimento cultural só se torna verdadeiramente democrático quando comunidades são vistas não como atrações multiculturais, mas como cidadãos e residentes capazes de participar da definição da própria cidade.
Liberdade religiosa inclui celebrar — e também não celebrar
Há ainda outra cautela necessária.
Nem toda pessoa de origem indiana é hindu. Nem todo hindu celebra Diwali da mesma maneira. Nem todo sikh deseja que Bandi Chhor Divas seja reduzido a uma versão do Diwali hindu. E pessoas de origem sul-asiática podem ser muçulmanas, cristãs, ateias ou pertencer a várias outras tradições.
A liberdade de religião ou crença protegida pelo artigo 18 do Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos inclui tanto a liberdade de professar e manifestar uma religião quanto a liberdade de não ser coagido religiosamente. O mandato da ONU sobre liberdade de religião ou crença reforça precisamente essa dimensão individual do direito.
Por isso, instituições públicas devem evitar transformar identidade étnica em identidade religiosa obrigatória.
Diwali pode ser celebrado como parte da pluralidade europeia sem presumir que toda pessoa indiana esteja representada religiosamente por ele.
Da “integração” ao pertencimento
Há talvez uma diferença de linguagem que sintetize toda essa transformação.
Durante décadas, sociedades europeias perguntaram se migrantes estavam suficientemente “integrados”.
A pergunta pressupunha frequentemente que existia, de um lado, uma sociedade europeia pronta e imutável e, do outro, estrangeiros que precisavam adaptar-se a ela.
Mas as sociedades também mudam com quem passa a viver nelas.
Leicester após décadas de presença indiana não é simplesmente a antiga Leicester com uma comunidade estrangeira inserida em seu interior. Londres também mudou. Paris mudou. Amsterdã mudou. Berlim, Frankfurt, Hamburgo e Munique estão mudando.
Esse processo não elimina tradições anteriores. Natal não desaparece porque Diwali aparece em Trafalgar Square. O que muda é a ideia de quem pode ocupar legitimamente o espaço público.
Sadiq Khan descreveu essa lógica ao falar da celebração londrina como “unity in our diversity” — “unidade em nossa diversidade”.
A formulação é relevante porque unidade não precisa significar uniformidade.
A Europa já mudou
Diwali tornou-se uma boa lente para observar a Europa contemporânea justamente porque ele torna visível algo que as estatísticas já demonstram.
A Europa do século XXI não é religiosamente, etnicamente nem culturalmente homogênea — e provavelmente nunca foi tanto quanto as narrativas nacionalistas sugerem.
Em 2025, mais de 311 mil cidadãos indianos já viviam apenas na Alemanha. Na Inglaterra e no País de Gales, 920 mil residentes haviam nascido na Índia no último censo. Festas de Diwali ocupam Trafalgar Square, a Golden Mile de Leicester, centros culturais alemães e até espaços institucionais de Paris.
Essas pessoas não estão simplesmente “a caminho da integração”.
Muitas nasceram no continente. Outras se naturalizaram. Criam filhos, pagam impostos, votam, trabalham em hospitais e universidades, fundam empresas, participam da política e produzem cultura europeia.
A questão mais relevante, portanto, talvez já não seja quando essas comunidades se tornarão parte da Europa.
Elas já são.
O desafio é fazer com que instituições, narrativas nacionais e espaços públicos reconheçam essa realidade com a mesma naturalidade com que reconhecem tradições que chegaram alguns séculos antes.
E talvez seja por isso que as luzes de Diwali importem politicamente: não porque transformem Londres, Paris ou Berlim em cidades indianas, mas porque mostram que ser europeu nunca precisou significar celebrar todos as mesmas coisas.
Referências
ALEMANHA. Federal Foreign Office. Joint Statement: 7th India-Germany Inter-Governmental Consultations. Berlim/Nova Délhi, 25 out. 2024. Disponível em:
https://www.auswaertiges-amt.de/en/newsroom/news/2681720-2681720
Acesso em: 15 ago. 2026.
BERLIN.DE. Diwali Festival. Berlim, 2026. Disponível em:
https://www.berlin.de/en/events/7842530-2842498-diwali-festival.en.html
Acesso em: 15 ago. 2026.
DAAD — DEUTSCHER AKADEMISCHER AUSTAUSCHDIENST. High number of international students in Germany again. Bonn, 26 nov. 2025. Disponível em:
https://www.daad.de/en/press-releases/erneut-hohe-zahl-an-internationalen-studierenden-in-deutschland/
Acesso em: 15 ago. 2026.
DAAD INDIA. German Academic Exchange Service — India. Nova Délhi, 2026. Disponível em:
https://newdelhi.daad.de/
Acesso em: 15 ago. 2026.
DESTATIS — STATISTISCHES BUNDESAMT. Foreign population by selected citizenships and years. Wiesbaden, 2026. Disponível em:
https://www.destatis.de/EN/Themes/Society-Environment/Population/Migration-Integration/Tables/foreigner-citizenship-time-serie.html
Acesso em: 15 ago. 2026.
DESTATIS — STATISTISCHES BUNDESAMT. Foreign population by place of birth and selected citizenships, 31 December 2025. Wiesbaden, 2026. Disponível em:
https://www.destatis.de/EN/Themes/Society-Environment/Population/Migration-Integration/Tables/foreigner-place-of-birth.html
Acesso em: 15 ago. 2026.
GIAROLA, Bianca. International Labor Mobility. Statistics Netherlands/Centraal Bureau voor de Statistiek, 2026. Disponível em:
https://www.cbs.nl/-/media/_pdf/2026/26/dissertation-giarola-2026.pdf
Acesso em: 15 ago. 2026.
GREATER LONDON AUTHORITY. Mayor announces London’s Diwali on the Square celebrations. Londres, 29 set. 2025. Disponível em:
https://www.london.gov.uk/mayor-announces-londons-diwali-square-celebrations
Acesso em: 15 ago. 2026.
GREATER LONDON AUTHORITY. Diwali on the Square 2025. Londres, 2025. Disponível em:
https://www.london.gov.uk/events/diwali-square-2025
Acesso em: 15 ago. 2026.
INDIA. National Portal of India. Holiday Calendar: 2026. Nova Délhi, 2026. Disponível em:
https://www.india.gov.in/calendar?date=2026-11
Acesso em: 15 ago. 2026.
LEICESTER CITY COUNCIL. Diwali celebrations set to return to Leicester park for 2026. Leicester, 5 maio 2026. Disponível em:
https://news.leicester.gov.uk/news-articles/2026/may/diwali-celebrations-set-to-return-to-leicester-park-for-2026/
Acesso em: 15 ago. 2026.
LEICESTER CITY COUNCIL. City gets set for a dazzling Diwali Day celebration. Leicester, 10 out. 2024. Disponível em:
https://news.leicester.gov.uk/news-articles/2024/october/city-gets-set-for-a-dazzling-diwali-day-celebration/
Acesso em: 15 ago. 2026.
OFFICE FOR NATIONAL STATISTICS — ONS. International migration, England and Wales: Census 2021. Londres, 2 nov. 2022. Disponível em:
https://www.ons.gov.uk/peoplepopulationandcommunity/populationandmigration/internationalmigration/bulletins/internationalmigrationenglandandwales/census2021
Acesso em: 15 ago. 2026.
OFFICE FOR NATIONAL STATISTICS — ONS. Ethnic group, England and Wales: Census 2021. Londres, 29 nov. 2022. Disponível em:
https://www.ons.gov.uk/peoplepopulationandcommunity/culturalidentity/ethnicity/bulletins/ethnicgroupenglandandwales/census2021
Acesso em: 15 ago. 2026.
OFFICE FOR NATIONAL STATISTICS — ONS. Small populations, England and Wales: Census 2021. Londres, 25 set. 2023. Disponível em:
https://www.ons.gov.uk/peoplepopulationandcommunity/populationandmigration/populationestimates/bulletins/smallpopulationsenglandandwales/census2021
Acesso em: 15 ago. 2026.
PARIS. Laëtitia Baron, l’Inde en héritage. Paris, 2017. Disponível em:
https://www.paris.fr/pages/laetitia-baron-l-inde-en-heritage-19310
Acesso em: 15 ago. 2026.
ROYAL MUSEUMS GREENWICH. Diwali: dates, celebrations and traditions. Londres, 2026. Disponível em:
https://www.rmg.co.uk/stories/time/when-diwali
Acesso em: 15 ago. 2026.
UNESCO. Universal Declaration on Cultural Diversity. Paris: UNESCO, 2001. Disponível em:
https://www.unesco.org/en/legal-affairs/unesco-universal-declaration-cultural-diversity
Acesso em: 15 ago. 2026.
UNITED NATIONS. Official holidays for 2026 at United Nations Headquarters. Nova York, 2026. Disponível em:
https://ask.un.org/faq/112514






















0 comentários